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Segunda, 28 Setembro 2015 10:42

Como conquistar uma Cinturinha de Barbie

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Tão apreciado pelas brasileiras, a cinturinha fina nunca sai de moda. Prova disso é que as técnicas que ajudam a conquistá-la estão entre as mais procuradas nas clínicas de tratamentos estéticos.

Exibir uma cintura sequinha está entre os ideais das mulheres mais vaidosas desde os tempos das nossas tataravós. Quem não se lembra, por exemplo, dos torturantes espartilhos com estrutura de metal, muito usados no século 18, para acinturar os vestidos com base volumosa? A justificativa para essa admiração, capaz de atravessar gerações, é muito simples. A cintura bem marcada é um dos principais indicativos da feminilidade. É ela quem torna o tronco da mulher mais delicado e, assim, diferente do corpo masculino.

As principais medidas para conseguir as desejadas curvas na região da cintura já são velhas conhecidas: a adoção de uma dieta balanceada e a prática regular de atividade física são a dupla ideal para conquistarmos uma cinturinha de fazer inveja a Barbie. No entanto, nem sempre esses cuidados são suficientes para modelar o corpo do jeitinho que desejamos – tem gordurinhas que insitem em ficar lá, intactas, bem na região abdominal! Se esse é o seu caso, não precisa desanimar: graças aos avanços da tecnologia, já existem várias técnicas com ótimos resultados para essa área. Confira a seguir as melhores opções e comece agora a planejar uma transformação na silhueta.

Lipoescultura

O que é: é uma técnica que une a lipoaspiração com a enxertia de gordura. As células adiposas que são retiradas da paciente são enxertadas em outras regiões do corpo, como bumbum. É uma opção interessante, pois um quadril mais harmônico, conseguido com a realocação da gordura, dá a impressão de uma cintura ainda mais fina. Mas dá para preencher também outros locais, como a face e as depressões na parte externa das coxas.

Como funciona: a cirurgia é feita sob anestesia local ou peridural combinadas com sedação. O primeiro passo do procedimento é inserir uma cânula de pequeno ou médio porte nas incisões que levam até a camada de gordura localizada abaixo da pele. O médico faz movimentos de vai-e-vem para descolar a gordura e fazer a sua sucção com o auxílio de aspirador que fica ligado a cânula. As células adiposas são tratadas e enxertadas no local desejado, também com o auxílio de cânulas.

Vantagens: deixa cicatrizes pequenas, com aproximadamente meio centímetro de extensão.

Restrições: pacientes com condições adversas de saúde, que são detectadas nos exames préoperatórios. Esse procedimento também não é indicado para pessoas que estão muito acima do peso e com a pele muito flácida.

Laserlipólise

A técnica utiliza uma microcânula contendo uma fibra óptica de apenas um milímetro de diâmetro, que conduz o laser até a célula gordurosa. A ação dele rompe a membrana das células e o seu conteúdo é aspirado. O procedimento reduz o sangramento porque o laser promove a coagulação dos pequenos vasos na região. Normalmente, utiliza-se anestesia local ou peridural.

A laserlipólise é um procedimento para pequenas quantidades de gordura, por isso, no caso da cintura, é possível reduzir até 8 centímetros. Se o médico utilizar uma leve aspiração após o uso do laser, os resultados ficam visíveis imediatamente e continuarão melhorando após três a quatro meses. Se a aspiração não for realizada, eles costumam aparecer após dois ou três meses.

Vibrolipoaspiração
O método consiste na infiltração de soro fisiológico, adrenalina e anestésico local no tecido adiposo. As células de gordura são aspiradas por uma cânula fina e que vibra, o que facilita a retirada da gordura, causando menos traumas na região. A anestesia pode ser peridural ou geral. No pós-operatório, deve-se usar cinta compressiva de 30 a 45 dias, fazer sessões de drenagem linfática, depois da liberação médica, e evitar exercícios físicos por um mês.

Radiofrequência

O que é: tratamento realizado com um aparelho que utiliza radiofrequência de terceira geração. Essa tecnologia emite ondas de calor que se concentram na derme, aumentando o metabolismo das gorduras. Além disso, estimula a produção e a síntese do colágeno, nutriente que dá sustentação às células, mantendo as unidas e firmes. Uma vez que não superaquece a camada superficial da pele, esse tratamento não causa desconforto. É bem tranquilo.

Como funciona: é aplicado um óleo mineral ou glicerina sobre a região da cintura, para facilitar o deslizamento do aparelho na pele. Na sequência, o especialista posiciona o cabeçote do Tripollar na região a ser tratada e faz uma sequência de movimentos circulares e lentos, que mantêm a área aquecida.

Número de sessões: são indicadas de 4 a 6 sessões, sendo realizada apenas uma por semana.
Vantagem: melhora bastante o aspecto da pele, deixando-a mais firme e lisinha. Por isso, é muito procurado no período pós-parto por aquelas mamães que já perderam os quilinhos extras e agora querem combater a flacidez da cintura.

Restrições: não pode ser realizado em mulheres grávidas, lactantes e que tenham marca-passo ou tumores.

Intradermologia

O que é: consiste na aplicação de enzimas na pele por meio de injeções.

Como funciona: depois de analisar as necessidades da paciente, é indicada uma combinação de até seis substâncias. É muito comum o uso de componentes como cafeína e lipossomas de girassol , que auxiliam na ruptura das células de gordura, da colina e L-carnitina, que aceleram o metabolismo e da lidocaína, que além de anestésico age como vasodilatador facilitando a eliminação da gordura.

Número de sessões: pelo menos 10, sendo uma por semana.

Vantagens: o grande trunfo da intradermoterapia são os resultados visíveis e a ausência de efeitos colaterais, uma vez que as substâncias chegam à corrente sanguínea em concentrações muito baixas e que não causam alterações. Na segunda sessão já dá para perceber a redução de medidas. Algumas pacientes perdem até 6 centímetros na quinta aplicação e o resultado é ainda melhor com a associação de outros tratamentos.

Restrições: pacientes com distúrbios sérios de coagulação, disfunção na tireóide e com alergia a determinados fármacos utilizados.

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